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A canção que dá título ao seu mais novo trabalho realmente parece justificar tudo o que aconteceu no dia do lançamento (março, dia 18). Foi mesmo Sobrenatural. Após dez anos gravando ao vivo, dessa vez André Valadão optou por gravar em estúdio (Clássicos é um caso a parte). O local que escolheu para lançar o disco foi justamente a sua casa, ou seja, a Igreja Batista da Lagoinha. A julgar por sua, digamos, perfomance, ele esteve bem a vontade com o público presente, estimado em cerca de 7 mil pessoas. Cantou, dançou, pulou, gritou. A resposta de todos a tudo era quase que imediata. Mesmo quem não conhecia muito das canções, com suas rimas e ritmos – haja vista que o CD saiu há apenas uma semana -, pôde acompanhar pelos painéis do Templo o que estava sendo ministrado. Uma das canções de um trabalho seu gravado anteriormente – esse, ao vivo – chegou a ser ministrada. Qual? “Milagres”. O público veio a baixo.
Não bastasse o clima de festa e júbilo – somados a um cenário modesto, mas marcante que, de certa forma, pode ser um antecipação do DVD ainda a ser lançado este ano, mas sem previsão – a unção também era palpável. O público mal cabia em si. Era um misto só de alegria e choro, êxtase e contrição, arrependimento e júbilo, quebrantamento e regozijo. Traduzindo: mais que natural. Sobrenatural!
::Por Marcelo Ferreira – Redação Lagoinha.com
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