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O que havia no Museu Nacional que foi destruído?

O incêndio que consumiu o Museu Nacional, localizado na Quinta da Boa Vista, Zona Norte do Rio de Janeiro, na noite deste domingo (2), prejudicou um dos maiores acervos históricos do Brasil. O Palácio foi criado pelo rei D. João VI em 1818 e se tornou o primeiro museu do país.

03/09/2018 09h42Atualizado há 9 meses
Por: Moisés de Oliveira
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Exemplar único e considerado raríssimo do livro publicado em 1605 pelo autor Hrabanus Maurus, que criou o caça-palavras em forma de poesia visual.
Exemplar único e considerado raríssimo do livro publicado em 1605 pelo autor Hrabanus Maurus, que criou o caça-palavras em forma de poesia visual.

RIO DE JANEIRO (RJ) - O incêndio que consumiu o Museu Nacional, localizado na Quinta da Boa Vista, Zona Norte do Rio de Janeiro, na noite deste domingo (2), prejudicou um dos maiores acervos históricos do Brasil. O Palácio foi criado pelo rei D. João VI em 1818 e se tornou o primeiro museu do país.

No prédio destruído estava o maior acervo de peças egípcias da América Latina, o fóssil humano mais antigo encontrado na América, chamado de Luzia e datado com 13 mil anos, entre outros itens extremamente valiosos.

Veja algumas das preciosidades perdidas.

ITENS DO ACERVO PERDIDO
Primeira edição da obra Os Lusíadas, de Luiz Vaz de Camões, de 1572.

Pergaminho datado do século XI com manuscritos em grego sobre os quatro Evangelhos, o exemplar mais antigo da Biblioteca Nacional e da América Latina.

A Bíblia de Mogúncia, de 1462, primeira obra impressa a conter informações como data, lugar de impressão e os nomes dos impressores, os alemães Johann Fust e Peter Schoffer, ex-sócios de Gutemberg.

A crônica de Nuremberg, de 1493, considerado o livro mais ilustrado do século XV, com mapas xilogravados tidos como os mais antigos em livro impresso.

Bíblia Poliglota de Antuérpia, de 1569, Obra monumental do mais renomado impressor do século XVI: Cristóvão Plantin.

A primeira edição da Arte da Gramática da Língua Portuguesa, escrita pelo Padre José de Anchieta em 1595.

O Rerum Per Octennium… Brasília, de Baerle, escrito em 1647, com 55 pranchas a cores desenhadas por Frans Post.

Exemplar completo da famosa Encyclopédie Française, uma das obras de referência para a Revolução Francesa.

O primeiro jornal impresso do mundo, datado de 1601.

Exemplar único e considerado raríssimo do livro publicado em 1605 pelo autor Hrabanus Maurus, que criou o caça-palavras em forma de poesia visual.

 

Com informações - Pleno News

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